Histórico da Frente de Lutas Camponesas

Histórico da Frente de Lutas Camponesas

Originalmente chamada de Frente Anarquismo e Natureza foi formada no final de 2007 com objetivo de fortalecer, apoiar e desenvolver movimentos sociais do campo .

Essa atuação política é fruto do acúmulo de experiências de nossos militantes nas lutas sociais travadas em meio a organização dos/as explorados/as, efetivamente, através da participação em grupos como o GAE-UFRRJ (Grupo de Agricultura Ecológica), o GECA (Grupo de Eco-Alfabetização) e o CELIP (Círculo de Estudos Libertários Ideal Peres), no apoio aos movimentos sociais ligados a luta por reforma agrária e urbana, por terras e por uma produção de alimentos agroecológicos, e sobretudo, na proposta de anarquismo defendida pela FARJ.

Em 2005, militantes da FARJ integram o Núcleo de Alimentação e Saúde Germinal, criado em 2005, e a Cooperativa de Trabalhadores em Agroecologia Floreal, organizada a partir de 2008. Através do Germinal e da Floreal é realizado o apoio aos movimentos sociais, mais especificamente o Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD), o Movimento de Ocupações Urbanas e o Movimento Sem Terra (MST), buscando fortalecer a articulação de agricultores/as ecológicos conhecida como Articulação de Agroecologia do Rio de Janeiro (AARJ).

Essas experiências foram importantes para amadurecer uma proposta anarquista para as lutas do campo, pondo nossa militância em contato com a Via Campesina, o Movimento de Pequenos Agricultores (MPA), o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e o Movimento das Mulheres Camponesas (MMC).

Com a entrada formal de nossa militância em movimentos populares do campo, nossa Frente passa a se chamar Frente de Lutas Camponesas, atuando diretamente nos conflitos contra a propriedade privada, o agronegócio e à favor da construção do poder popular no campo e na cidade.

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