Trajetórias organizacionistas: Anarquismo e Sindicalismo Revolucionário no Brasil da década de 40 e 50

Posted on 07/01/2012

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Embora haja certo consenso na historiografia especializada ao demonstrar que o anarquismo debilitara-se profundamente com a crise do sindicalismo revolucionário na década de 30, seria incorreto afirmar que a atividade anarquista se extinguira totalmente nos anos posteriores ou suas tentativas se limitaram apenas a manter atividades culturais. Os anarquistas, mesmo sob o regime ditatorial do Estado Novo (1937-1945), jamais cessaram suas atividades, ainda que o movimento, sob clandestinidade, tivesse suas forças reduzidas consideravelmente e operasse basicamente no eixo sul e sudeste do país. Além de indícios mais nítidos da movimentação anarquista no Rio de Janeiro e São Paulo, estados estes que contam com a presença de uma imprensa regular e espaços de articulação durante quase toda a década de 40 e 50, pode-se mencionar também como locais de atividade política e contatos regulares entre militantes os estados do Rio Grande do Sul e Paraná.

Por Rafael V. da Silva

Leia o texto na íntegra em: http://passapalavra.info/?p=50685